Clube do Hipismo
criado em 3/3/2007
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Tropel Mangalarga vira referência para a prática de cavalgada no País
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Projeto forneceu dados científicos de grande importância para a compreensão do desempenho dos equinos em jornadas de longa distância. Material está sendo preparado para apresentação em congressos e para a publicação em revistas especializadas e periódicos científicos

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VAGAS USP Câncer Gástrico Tratamento
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Caro visitante do site Clube do Hipismo, nós recebemos a seguinte informação que gostaríamos de compartilhar.
A Dra. Luciana Cini, está colocando à disposição vagas para tratamento de câncer.
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Terminou a clínica do cavaleiro olímpico Bernardo Alves.
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ÊXITO NA CLÍNICA MINISTRADA PELO CAVALEIRO OLÍMPICO BERNARDO ALVES NO HELVETIA RIDING CENTER
Depois de quatro dias de clinica de hipismo ministrada pelo cavaleiro olímpico Bernardo Alves no centro de treinamento mais badalado do país, o Helvetia Riding Center na cidade de Indaiatuba no interior de São Paulo, aconteceu um almoço de confraternização entre todos que participaram do evento, além de prova para todos os níveis e categorias neste domingo, dia 22 de maio.

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HELVETIA RIDING CENTER NO HOLL DAS CINCO MELHORES PISTAS DE AREIA DO MUNDO
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Com grande dose de audácia e determinação do empresário e cavaleiro, Milton Minello, unidas ao trabalho do melhor profissional do mundo em termos de pistas de areia, o belga, Bart Poels, nasce no Helvetia Riding Center a excelência tão almejada pelo staff deste centro de treinamento, colocando- as entre as cinco melhores pistas de areia do circuito hípico no mundo.
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EQUOTERAPIA: a cura através do cavalo
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Quem anda a cavalo sabe o prazer que esta atividade proporciona. Mas a maioria das pessoas desconhece os inúmeros benefícios não somente ao físico, mas também à mente que a cavalgada, ou um simples andar ao passo proporcionam. Estresses, problemas físicos e psicológicos, podem ser tratados... 
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Tambor - NORTE-AMERICANO LANCE GRAVES FICOU SATISFEITO COM RESULTADO OBTIDO EM PORTO FELIZ
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Tambor - NORTE-AMERICANO LANCE GRAVES FICOU SATISFEITO COM RESULTADO OBTIDO EM PORTO FELIZ


 
O norte-americano Lance Graves ficou bastante satisfeito com o resultado obtido no conceituado e concorrido 3º Grand Prix do Haras Raphaela Três Tambores, disputado no final de semana, no Haras Raphaela, na cidade de Porto Feliz (SP), contando com mais de quinhentos competidores, de várias regiões do País, entre os quais, alguns dos principais nomes deste esporte na atualidade. O cavaleiro, trazido para competir no Brasil pelo Rancho Horizonte, registrou o quarto melhor tempo da Divisão 01 do Tira Teima, 17s221, montando o animal Visual Images.
 
“Foi uma passagem excelente, o animal se comportou muito bem e o tempo foi dentro do que estávamos buscando, pois não tive um tempo grande de treino na pista. Esse evento foi muito bem organizado e contou com muitos competidores de um bom nível, por isso, foi uma honra competir no Brasil e espero voltar em outras edições”, comenta Graves, que recebeu ainda uma premiação extra do condomínio Treis Seis, devido ao título Mundial de Três Tambores da AHQA, conquistado em 2010.
 
Além desse resultado expressivo, Lance Graves ficou com o melhor tempo na categoria Aberta, Divisão 02, 17s614, montando o animal Visual Images.
 
Já Ronildo Moraes, que montou ST Lane Star, também do Rancho Horizonte, ficou com o melhor tempo na Exibição Divisão 02, registrando 17s643. Nesta mesma categoria, Graves ficou com a melhor marca da Divisão 04, concluindo sua passagem com 19s054.
 
Do lado de fora da pista, o stand do Rancho Horizonte foi um sucesso à parte durante o Grand Prix do Haras Raphaela, visto a grande movimentação de pessoas no local, não só para saber mais sobre o trabalho desenvolvido pelo empresário Guy Peixoto e pelo Condomínio Tres Seis, entre as quais a venda de coberturas do garanhão Tres Seis, como também pela animação contagiante que tomou conta do espaço, que teve até apresentação musical e muita gente dançando.
 
“O evento foi muito bem organizado e atingiu amplamente as nossas expectativas. O Rancho Horizonte ficou feliz com o trabalho desempenhado pelo Lance Graves e também com os negócios que o evento proporcionou”, comenta Guy Peixoto.
 
“Estamos satisfeitos com os resultados que o condomínio vem obtendo, não só com o garanhão Tres Seis, como também com seus filhos. Por exemplo, Adolph Tres Knockout venceu, também neste final de semana, o ‘Oklahoma Futurity G3 – 2011’, nos Estados Unidos; e Three Carat Diamond, fez o melhor tempo na categoria aberta aqui em Porto Feliz”, finali za o empresário Ivan Melo, também do Condomínio Tres Seis.
 

 
PETRUS PEIXOTO JÁ ESTÁ NOS ESTADOS UNIDOS TREINANDO PARA O PRIMEIRO DESAFIO DO ANO
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PETRUS PEIXOTO JÁ ESTÁ NOS ESTADOS UNIDOS TREINANDO PARA O PRIMEIRO DESAFIO DO ANO


 
O cavaleiro Petrus Peixoto embarcou para os Estados Unidos, com a meta de intensificar os treinamentos, visando o seu primeiro desafio do ano, que é o ‘Fort Worth Stock Show’, que será disputado entre os dias 30 de janeiro e 03 de fevereiro, no Texas (EUA). Esta competição é a primeira etapa classificatória ao ‘AQHA World Championship Show – 2011’, equivalente ao Campeonato Mundial de Baliza e Tambor, que ocorre em novembro.
 
Em 2010, Peixoto conseguiu um grande resultado nesta primeira competição do ano, garantindo vaga no Mundial, ocasião esta que o brasileiro brilhou e terminou na 11ª colocação, competindo com adversários bem mais velhos e com maior experiência em provas internacionais, na categoria senior.
 
Para 2011, além de competir com o cavalo Lightning Sugar Trick, com quem conseguiu a vaga no Mundial da temporada passada, Petrus Peixoto vai montar o conceituado cavalo Haley Jos Charm (http://www.youtube.com/watch?v=9qaFQkHLgtE), que tem em seu histórico o título Mundial de Baliza, com o sensacional tempo de 19s856, que foi adquirido recentemente pelo Rancho Horizonte.
 
“Estou focado neste trabalho de pré-temporada, pois já no final deste mês de janeiro ocorre à primeira etapa classificatória ao Mundial e tenho que estar bem preparado, já que a minha meta é garantir mais uma participação em Oklahoma City”, finaliza Petrus Peixoto.
 

 
DE MALAS PRONTAS... VICTORIA RISKALLA EMBARCA PARA ALEMANHÃ PARA O FEI YOUNG RIDER WORLD CUP DRESSAGE EM FRANKFURT
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DE MALAS PRONTAS... VICTORIA RISKALLA EMBARCA PARA ALEMANHÃ PARA O FEI  YOUNG RIDER  WORLD  CUP DRESSAGE  EM FRANKFURT

Victoria será a única representante da América do Sul no mundial

De SKS Promoções- Silvia Milani

     Embarcou para Alemanha, na cidade de Frankfurt, nesta sexta-feira, dia 26 de novembro, a amazona de São Paulo Victória Riskalla, a única amazona da América do Sul, a disputar o Mundial de Jovens Cavaleiros de Adestramento (Fei Young Rider World Cup Dressage).

    O evento acontecerá entre os dias 15 a 19 de dezembro na cidade de Frankfurt na Alemanha e terá a participação de 14 conjuntos do mundo pré-selecionados para esse evento. Victória Riskalla com apenas 21 anos de idade estará apresentando o animal Large Times da raça KWTN (sela Holandesa) de 17 anos.

    Victória já morou por três anos na Europa aperfeiçoando sua técnica, na França foi treinada pela treinadora Marina van den Berghe e depois passou mais cinco meses na Alemanha com o treinador Norbet van Laak. Sua vida esportiva neste período foi extremamente intensa, pois além de trabalhar várias animais por dia, auxiliava no manejo dos animais.

    Com a experiência adquirida na Europa, a amazona regressou ao Brasil e, conquistou diversos títulos na modalidade, tais como: Campeã Brasileira da categoria Young Riders em 2009 e 2010, líder do ranking da CBH em 2009 e até o momento está liderando também o ranking de 2010, Campeã Paulista de Young Riders de 2008 e 2010, entre outros. Hoje em dia monta no Clube Hípico de Santo Amaro e, é treinada pelo seu irmão, Rodolpho Riskalla e sua mãe a amazona e juíza, Rosangele Riskalla.

   Depois do mundial, Victória permanecerá por mais um ano na Alemanha treinando o animal Large Times com o treinador Norbet van Laak.  A graciosa amazona está embarcando com a mala repleta de esperanças contando com a torcida do Brasil neste grandioso evento.
  
 

 
Sucesso absoluto na Clinica de Nelson Pessoa no HRC
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TERMINOU HOJE A CLÍNICA DE NELSON PESSOA NO HELVETIA RIDING CENTER COM GRANDE ÊXITO

De SKS Promoções – Silvia Milani

Clique aqui e veja o album de fotos...


    Sem dúvida nenhuma a Clinica do renomado cavaleiro e técnico Nelson Pessoa, no interior de São Paulo no elegante centro hípico, Helvetia Riding Center, movimentou a região.
 
   Apenas um grupo seleto de cavaleiros e amazonas foram privilegiados em contar com os ensinamentos do grande mestre do hipismo, a lenda vida do esporte eqüestre em três dias de aulas no interior de São Paulo.
 
   Mas por unanimidade, indiferente do nível técnico de cada participante, todos estão satisfeitos com seus aprendizados nestes três dias de clínica.
 
   - “Monto sozinho, estou numa fase do esporte de excelente performance e, foi de suma importância para mim, ter recebido alguns” toques” de Neco com a Princess Clara, pois a semana que vem vou para mais um concurso importante do calendário hípico, o Internacional comemorativo ao 75º aniversário do Clube Hípico de Santo Amaro”. Comentou o atual Campeão Paulista de Sênior Top, Nicolas Dattelkremer.
 
    Embora neste grupo de participantes tivessem desde cavaleiros com um nível técnico amador e outros profissionais, separados por turma na hora da clínica, o evento contou com um grupo bastante heterogêneo também de ouvintes; desde cavaleiros internacionais, até iniciantes que foram ver de perto uma aula ministrada por Neco Pessoa.
 
   No início da noite o idealizador do HRC, o cavaleiro e empresário Milton Minello, junto de seu Staff, ofereceram um coquetel de boas vindas para Pessoa e os participantes do evento.
 
   Amanhã pela manhã, quinta-feira, Neco embarca diretamente para o Rio de Janeiro para prestigiar o concurso Athina Onassis International Horse Show na Sociedade Hípica Brasileira.
 

 

 
Confederação Brasileira de Hipismo define equipes de Enduro e Concurso Completo de Equitação para os Jogos Equestres Mundiais
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Confederação Brasileira de Hipismo define equipes de Enduro e Concurso Completo de Equitação para os Jogos Equestres Mundiais

Colaboração Rute Araujo e Carola May

Realizados a cada quatro anos, os Jogos Equestres Mundiais, este ano em sexta versão, são conhecidos como a “Copa do Mundo” do cavalo. Pela primeira vez fora do continente europeu, a competição que acontece entre 25 de setembro e 10 de outubro em Lexington, no estado norte-americano de Kentucky vai reunir cerca de 1.000 atletas de 65 países que competem em 8 diferentes modalidades. O Brasil marca presença na disputa desde a estréia, em 1990, na Suécia, mas é a primeira vez que será representado por equipes em sete modalidades: Adestramento, Concurso Completo de Equitação (CCE), Enduro, Rédeas, Salto, Volteio e Equitação Especial (paraequetre).

Para definição das equipes que representarão o país nos Jogos Equestres Mundiais a Confederação Brasileira de Hipismo vem promovendo seletivas desde 2009, e a formação dos times começou a ser definida. Três modalidades já têm seus representantes: Concurso Completo de Equitação, Enduro e Rédeas.

Concurso Completo de Equitação (CCE)

A equipe será formada por quatro conjuntos de São Paulo, três deles selecionados no Brasil: Jesper Martendal montando Land Jimmy, da raça Brasileiro de Hipismo, Guto Faria com Ritz Calton, um Puro Sangue Inglês e Serguei Fofanoff, o Guêga, montando Ekus TW, da raça Anglo Árabe. O quarto membro da equipe é Ruy Fonseca, cavaleiro radicado na Europa e que monta Tom Bombadill Too. O técnico da equipe é o britânico Nick Turner.

Enduro

No Enduro o Brasil terá 5 representantes, quatro deles competindo por equipe e um como individual. Todos os animais são da raça Puro Sangue Árabe. Estão selecionadas as amazonas Karina Arroyo montando Nadjin, Lilian Garrubo com Judah e Vitória Lins montando Chanrion, além do cavaleiro Rafael Salvador com Kalifa. Ainda estão em busca de lugar no time outros três enduristas: Ana Carla Maciel montando Perla, André Vidiz com Mágico Endurance e Fernando Gonçalves com Musfaz. “Estes atletas terão seus animais submetidos a exames clínicos e complementares pelos veterinários da Comissão Técnica e pelo Diretor Veterinário da CBH, Thomas Wolff, com a finalidade  de se definir o quinto conjunto selecionado e os dois conjuntos reservas”, comenta Olavo Maciel, diretor de Enduro da CBH. O chefe da equipe é Guilherme Ferreira Santos e o técnico, Gerson Acedo Vieira.

Rédeas

A equipe de Rédeas foi a primeira a ser definida pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH). A divulgação foi feita em março e será formada por quatro conjuntos: Wellington Teixeira montando SJ Rodopio, João Antonio Salgado Filho com Nipas do Infinito, Paulo Koury Neto montando Baikal Pep e João Felipe Lacerda com Sandy Dun´Ít Dar.

O Brasil será o único País com time composto por animais de duas raças: Quarto de Milha (Baikal Pep e Sandy Dun´It Dar) – raça que predomina equipes dos outros países – e o Crioulo (SJ Rodopio e Nipas do Infinito) - raça típica da América do Sul, estreante na competição.


 

 
Guega Fofanoff representa o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais
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Guega Fofanoff representa o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais

Colaboração ANA PAULA POPOLIN - Toque de Letra

Convocação do cavaleiro, que antes participa de competição no Rio de Janeiro, foi confirmada nesta quinta-feira pela CBH

O cavaleiro olímpico Serguei Fofanoff, o Guega, será um dos representantes da seleção brasileira de CCE (Concurso Completo de Equitação) que vai disputar os Jogos Equestres Mundiais, de 29 de setembro a 03 de outubro, em Kentucky, nos Estados Unidos. A confirmação foi feita nesta quinta-feira (15/07) por Carlos Alberto Bellandi, diretor da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH).

“Vamos para a competição com boas condições de participação, buscando terminar entre os seis primeiros lugares”, afirmou Bellandi. A melhor colocação do Brasil até hoje nos Jogos Mundiais foi o oitavo lugar por equipes, em 1998.

A equipe brasileira de CCE é treinada pelo inglês Nick Turner, contratado no ano passado pela CBH com o objetivo de preparar os conjuntos de olho nas Olimpíadas de 2012, em Londres. Além do cavaleiro ribeirãopretano, que vai montar Ekus TW, a seleção contará com as presenças de Guto Faria, Jester Martendal e Ruy Leme da Fonseca.

Será a terceira participação de Guega Fofanoff nos Jogos Equestres Mundiais. A primeira aconteceu em Estocolmo (Suécia), em 1990, e a segunda em The Hague (Holanda), quatro anos depois. “É uma emoção muito grande disputar os Jogos Mundiais”, afirma o cavaleiro, que também participou de três Olimpíadas (Barcelona/92, Atlanta/96 e Sydney/2000) e três Jogos Pan-Americanos (Mar Del Plata/95, Winnipeg/99 e Rio de Janeiro/2007).

RIO DE JANEIRO – Antes dos Jogos Mundiais, Guega Fofanoff participa, de sexta (16) até domingo, do Concurso Brigadeiro Andrade Neves. A competição, promovida pela Confederação Brasileira de Hipismo, acontece no 2º Regimento de Cavalaria de Guarda, no Rio de Janeiro (RJ).

O concurso é uma etapa internacional do Campeonato Brasileiro de CCE (Concurso Completo de Equitação) 2010, reunindo cerca de 80 conjuntos, divididos em cinco categorias: CNC***, CCI**, CCI*, CNC Nível I e CCE CDE Nível 90. Guega Fofanoff, montando Ekus TW, vai competir na principal categoria do torneio, a CNC***.


O que é o Concurso Completo de Equitação (CCE)?


O Concurso Completo de Equitação (CCE) é uma modalidade olímpica também conhecida como o “triatlon” equestre. A competição é dividida em três provas – Adestramento, Cross-country e Salto - que são realizadas em dias consecutivos.

O esporte é uma importante mostra da capacidade do conjunto competir em três diferentes disciplinas distintas entre si, e num curto espaço de tempo, o que exige preparo técnico e físico.

O Adestramento é a primeira prova a ser cumprida. O conjunto precisa efetuar determinados movimentos (figuras) de diferentes graus de dificuldades mostrando entrosamento e equilíbrio.

No segundo dia acontece o Cross-country, onde o conjunto percorre um percurso externo, com obstáculos inspirados nos encontrado no campo, mas sempre com um alto grau de dificuldade.

A terceira e última prova do CCE é o Salto. O conjunto precisa transpor obstáculos móveis de diferentes alturas mostrando controle e precisão. O objetivo da prova é mostrar que depois da exigente prova de Cross-country o animal continua com energia, resistência e obediente ao comando do cavaleiro.


 

 
Uma noite inesquecível para a Sociedade Hípica Paranaense
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Uma noite inesquecível para a Sociedade Hípica Paranaense

Colaboração Verônica Pacheco - Toda Comunicação

Há 65 anos começava uma história de sucesso, show de saltos e amor pelos cavalos. Para comemorar essa data tão especial em alto estilo, a Sociedade Hípica Paranaense, realizou uma grande festa de aniversário, inesquecível para os presentes.

Com lotação máxima do salão, duzentos convidados puderam degustar um saboroso jantar. O momento mais aguardado por todos era o do parabéns, onde tiveram a oportunidade de confraternizar e de parabenizar a Hípica por esses longos anos de alegria e realizações.

Nesse momento, o presidente Fernando Sperb, emocionado, fez questão de agradecer a todos que fazem parte desses 65 anos de história do clube. “Eu estou muito contente por estar presente nessa data tão especial, ainda mais depois de tantos feitos e títulos da Sociedade. Obrigada a todos, em especial, aos patrocinadores Corretora Omar Camargo e a Helisul. Parabéns, Sociedade Hípica Paranaense!”, diz.

O ápice da festa e também uma forma de parabenizar a Hípica e os convidados foi o show do Paralamas do Sucesso. Durante as quase uma hora e meia de show, a banda tocou seus grandes sucessos e músicas do novo álbum, que agitaram todos os presentes. “É um prazer imenso estar aqui nesse dia tão especial. Parabéns, Hípica”, afirma Herbet Vianna, vocalista do Paralamas do Sucesso.

O aniversário não foi só para comemorar os 65 anos da Sociedade, mas também, para o atual presidente Fernando Sperb e diretoria se despedirem da gestão 2008 – 2010.
 

 
Hipismo e sensibilidade: união perfeita para um resultado feliz
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Hipismo e sensibilidade: união perfeita para um resultado feliz

Daniela Ribas Rocha

A paixão desenvolvida desde a infância aliada a grande doses de adrenalina, fez com que várias crianças insistentemente pedissem ou até mesmo, implorassem aos seus pais um cavalo de presente. E por que não, um cavalo de salto!?

Certamente com sacrifício econômico, vários pais, se privando de uma vida mais tranqüila, proporcionaram essa emoção para os seus filhos que, abdicaram da viagem para Disney, da festa de quinze anos e outros prazeres da infância e adolescência para compartilharem todos os dias as alegrias, dificuldades e superações que este esporte vivo nos oferece.

Nada é mais gratificante para um pai do que ver o seu filho sorrindo, feliz, seja saltando 60 centímetros ou em competições de alto nível internacional. Nada conforta mais uma criança do que poder entregar aos seus pais a medalha, depois do tão "sofrido” e sonhado galope da vitória. Este é o fim precípuo, o objetivo maior.

Porém, neste caminho nem sempre tão tranquilo, podemos observar que muitas vezes o amor inicial ao cavalo, animal que tanto atraiu a criança despertando um brilho nos olhos, se perdeu em confusas definições do que sejam vitória, competição e competência. Lamentavelmente vemos muitos pais frustrados e crianças tristes, necessitando desesperadamente alcançar um resultado que, por várias vezes, ainda não estão preparados para obter.

As competições se tornam tormentas e o animalzinho tão querido, acaba se tornando um inimigo. Longe de ser compreendido como um companheiro que merece todo carinho, atenção e principalmente respeito.

A cobrança seja dos pais ou até mesmo da própria criança, como um ser único e em desenvolvimento emocional, faz com que as fases de aprendizado sejam ultrapassadas. Já o processo de conhecimento e evolução técnica são abortados, exigindo resultados imediatos, quase uma medida de emergência, como se a sua vida dependesse do resultado de uma  simples prova de fim de semana. Nessa pressa angustiante, perde-se a serenidade e são afastadas as alegrias sendo substituídas pela eterna preocupação do resultado.

Para ver os filhos felizes, os pais compram cavalos inadequados e muitas vezes caros, esperando resultados impossíveis e imediatos. Em contra partida, para ver os pais satisfeitos, os filhos abandonam os conhecimentos técnicos e passam a ter atitudes até mesmo agressivas e ineficientes com quem deveria ser o seu maior aliado, seu amigo, seu companheiro, seu adorado cavalo.

Nesta relação de crescimento e evolução, podemos suprimir esse processo dolorido. É preciso apenas entender algumas regras imutáveis no hipismo, regras já consideradas dogmas, algumas delas são:

- Nada é de graça, todo resultado pressupõe dedicação, conhecimento, disciplina e técnica. Podemos vencer algumas provas com ajuda da sorte e de bons animais, porém, isso não nos faz bons cavaleiros, precisamos de treinamento diário com o máximo de dedicação, aliada a técnica extraída de bons profissionais, preocupados em formar cavaleiros e não apenas em conseguir resultados.

- Tudo tem seu tempo. Não se aprende o hipismo em um ano, dois anos, ou mais, apenas iniciamos uma longa jornada de evolução. Estes anos são apenas os primeiros passos de uma criança, ninguém, nem mesmo cavaleiros espetaculares adquiriram a arte da equitação em curto espaço de tempo, cuidado com isso, é ilusão.

- Quem tem um bom cavalo, tem apenas um bom cavalo e isso não o torna um bom cavaleiro. Um bom cavaleiro sempre poderá obter o melhores resultados de cavalos não tão brilhantes, mas um mau cavaleiro não obterá regularmente bons resultados, muitas vezes com cavalos brilhantes.

Nosso esporte é maravilhoso. Desfrutá-lo é um privilégio para poucos. Estar em contato com a natureza em sua forma viva, sentindo um animal retribuir toda a nossa dedicação e amor, é uma experiência que com certeza nos faz mais humanos e nos coloca ainda mais próximos de Deus !

Vamos aprender a aproveitar com alegria os momentos em que dois seres vivos interagem e fazem literalmente um conjunto de emoções.


Daniela Ribas Rocha, amazona e diretora da Sociedade Hípica Paranaense.

Serviço: Sociedade Hípica Paranaense
Endereço: BR 116, Km 93, Tarumã, Curitiba/PR.
Site: http://www.hipicaparanaense.com.br
Blog: http://hipicaparanaense.wordpress.com
Clipping: http://www.clippingshpr.blogspot.com
Email: Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
Fone: 41 3266-6644

 

 
Os bons negócios do Leilão dcavalos Lusitanos de Victor Oliva
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Os bons negócios do Leilão de cavalos Lusitanos de Victor Oliva

 Colaboração Rute Araujo
Promovido por Victor Oliva em sua Coudelaria Ilha Verde, em Araçoiaba da Serra (SP), no sábado, 22, o 13º Leilão Internacional Luso-brasileiro apresentou movimento comercial de R$ 1.227.000,00 e média individual de R$ 38.343,75 na venda de 32 lotes de cavalos Puro Sangue Lusitano.
 
A estrela do leilão foi Zatar Comando SN que alcançou o maior lance, R$ 112 mil em negócio fechado entre José Carlos Garcia e o pecuarista Valdir Figueiredo da Silva. Criador de renome de gado Nelore, Valdir Figueiredo foi o maior comprador do leilão com investimento de R$ 292.000,00.
 
Manuel Tavares de Almeida Filho, parceiro de Victor Oliva na promoção do leilão, foi o vendedor que melhor retorno obteve, com R$ 506 mil em vendas, seguido do anfitrião com negócios fechados em R$ 287 mil.
 
Entre as atrações extras do leilão destaque para o lançamento da Coleção de jóias do designer mineiro Pedro Brando, o mesmo que desenhou a aliança de casamento de Nicole Kidman com Keith Urban.”Batizada” de “Coração Selvagem”, a Coleção desfilou no leilão brincos em forma de chicote, pulseiras em formato de arreios, argolas inspiradas na cabeça de cavalo, anéis em forma de estribos. Peças únicas, elas foram feitas artesanalmente em ouro, couro, pedras e brilhantes.
 
O 13º Leilão Internacional Luso-brasileiro abriu a programação da 29ª Exposição Internacional do Puro Sangue Lusitano, evento maior da raça nas Américas e que movimenta o Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo, de quarta-feira, 26, a domingo, 30.
 
 
A QUESTÃO DO ESPORTE LIMPO É QUESTÃO CRIMINAL
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A QUESTÃO DO ESPORTE LIMPO É QUESTÃO CRIMINAL

 
Amigos do Hipismo,
 
Fica monótono e cansativo o repetido discurso de que não é possível aceitar os maus tratos aos animais, enquanto nos bastidores todos assistem à barragem sem tomar quaisquer providências. A regra deve ser a tolerância zero. Não se pode tirar o desempenho mediante tortura. Neste caso, a única solução é a lei 9.605\98, em seu artigo 32, que criminaliza estas situações:
 
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
 
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
 
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
 
Para os devidos fins de direito, os maus tratos aos animais de hipismo enquadram-se nos rigores desta lei.
 
Pelo artigo 2º, desta mesma lei, Diretores, Conselheiros, Gerentes, ou quaisquer pessoas que, à vista do problema, tenham conhecimento dos maus tratos e deixarem de tomar as devidas providências, incorrem nos mesmos rigores penais. A lei está no google, quem se interessar pode acessar.
 
 
 
Cavalo-atleta é destaque na Caballiana Fair 2010
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Cavalo-atleta é destaque na Caballiana Fair 2010

Colaboração Rute Araujo

Com crescimento nos números de animais de competição, eventos e praticantes dos esportes equestres no Brasil, o cavalo-atleta vem sendo merecedor de estudos, pesquisas e debates. E é com este objetivo que três eventos se realizam conjuntamente nos dias 14 e 15 de agosto no Sheraton São Paulo WTC Hotel, na Capital paulista: a inédita Caballiana Fair que comporta o I Seminário Internacional Caballiana e o já consagrado Congresso de Medicina Veterinária FEI/CBH, este ano em 6ª edição.

Com desafios internacionais cada vez mais exigentes, como Jogos Equestres Mundiais, Panamericanos, Sul-americanos e Olimpíadas, o desenvolvimento do cavalo-atleta se tornou pauta obrigatória desde o haras. Afinal, para se obter um craque nas pistas o trabalho começa na seleção genética e se completa com manejo, alimentação, treinamento planejado e participação em competições, sempre observando a evolução natural do animal.

Nas palestras do Seminário Internacional Caballiana estas etapas serão tratadas em palestras e mesas redondas com renomados profissionais. Entre os temas estão: Alongamento e Aquecimento: ferramentas para melhorar o desempenho; A influência da sela e da embocadura no sucesso esportivo e bem-estar animal; Ferraduras: modelos x performance e Nutrição, entre outras.

Apesar da ênfase nesta primeira edição do Seminário Internacional Caballiana estar centrada no cavalo-atleta, várias palestras também vão debater a realidade e futuro do setor. Na pauta estão temas que agregam valores à criação de cavalos de maneira geral como transporte, exportação, seguros, a importância do exame de compra, horsemanship, economia e funcionalidade no planejamento de um centro hípico, turismo equestre, marketing e cavalo: hobby ou negócio?.

Faz parte, ainda, da programação, uma mesa redonda com representantes de várias raças que objetiva discutir temas em comum e propor união do setor de maneira que o torne representativo, inclusive frente a reivindicações governamentais.

No Congresso de Veterinária, que acontece paralelamente a Caballiana Fair, três palestrantes internacionais retornam ao País e são esperados com expectativa: David Evans, da Austrália, um dos maiores especialistas do mundo no desenvolvimento dos estudos de fisiologia do exercício e treinamento em cavalos; Alberto Lineiro, da Argentina, referência na América do Sul quando o assunto é fisioterapia e reabilitação de cavalos atletas, e o norte-americano Jack Snyder, chefe da equipe do Hospital Olímpico desde 1988 e Delegado Veterinário no Pan do Rio 2007.

Os três eventos são realizações da Wolff Sports & Marketing e o VI Congresso de Medicina Veterinária FEI/CBH conta com organização conjunta da Federação Equestre Internacional (FEI), Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e Sociedade Paulista de Medicina Veterinária com apoio do Jockey Club de São Paulo e Canal Rural.
 

 
Cavalos Novos de Salto: a busca pela liderança rumo ao Mundial da Bélgica
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Cavalos Novos de Salto: a busca pela liderança rumo ao Mundial da Bélgica

Colaboração Rute Araujo e Carola May


Cerca de 130 conjuntos participam do Circuito Nacional de Cavalos Novos de Salto nas séries 5, 6 e 7 anos em busca de vaga no seleto time que representará o Brasil no Campeonato Mundial da categoria que acontece entre 23 e 29 de setembro em Lanaken, Bélgica.

Com duas provas por etapa e dificuldades progressivas, as disputas pela liderança vêm ficando cada vez mais acirradas. Afinal, apenas os 20 primeiros colocados de cada série se habilitam a grande Final entre os dias 5 e 8 de agosto no CSN Helvetia Riding Center, em Indaiatuba (SP), durante o Campeonato Paulista Sênior Top.

Nas três de seis etapas realizadas desde abril – Ribeirão Preto (SP), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) – os atletas representantes da Federação Paulista de Hipismo (FPH) lideram nas três séries.

Cavalos Novos 5 Anos

Na mais concorrida das séries estão inscritos 67 conjuntos dos Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Lidera com 132,00 pontos a amazona Thais de Souza Arruda montando Srta. Acorela Joter. Acumulando a 2ª e 3ª colocações outro representante da FPH, Leandro Serrano Giunchetti montando, respectivamente, Apolo Carena (127,00) e Srta. Calanda Joter (105,00).

Cavalos Novos 6 Anos

A série conta com 37 conjuntos inscritos entre representantes de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Montando Navarro Campeche, Leandro Serrano Giunchetti é o líder com 76,00 pontos. José Roberto Reynoso Fernandes Filho com Cordobes Jmen (60,00) é o vice-líder e em 3º lugar se posiciona Felipe Juarez de Lima montando Raissa Jmen (53,00). Ambos representam a FPH.

Cavalos Novos 7 Anos

A série conta com 25 conjuntos representantes de seis Estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A liderança está dividida por dois conjuntos paulistas que somam 59,00 pontos: Gabriela Placco Dal´Ava montando Princess-Emily do BF e Felipe Juarez de Lima com Zuleika Método. Em 3º lugar se posiciona o cavaleiro paranaense José Paulo da Silveira Estrella montando Bonfire da Mata com 48,00 pontos.

Organizada conjuntamente pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e Associação Brasileira de Criadores do Cavalo de Hipismo (ABCCH), o Circuito prossegue no próximo final de semana, de 14 a 16 de maio, quando a 4ª etapa se realiza durante o CSN Derby do Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo (SP).

“O competidor poderá descartar três etapas das seis existentes; em caso de cancelamento de alguma etapa, o descarte cairá para dois”, avisa Antonio Celso Fortino, presidente da ABCCH.

 
Rédeas define equipe para o Mundial
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Rédeas define equipe para o Mundial

Colaboração Rute Araujo e Carola May

Com cavalos das raças Crioulo e Quarto de Milha, Rédeas - modalidade do Hipismo - define time que representará o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais de Kentucky, Estados Unidos.

Realizada no sábado, 27 de março, no Barrinha Eventos, em Espírito Santo do Pinhal (SP), a segunda e última seletiva de Rédeas para a formação da equipe brasileira confirmou as expectativas e o cavalo Crioulo, o “pingo” dos pampas, integrará pela primeira vez o time verde-amarelo. O Brasil será o único País com time formado por animais de duas raças: Quarto de Milha – que predomina equipes dos outros países – e o Crioulo, raça típica da América do Sul, estreante na competição.

A primeira vaga do time foi conquistada por Wellington Teixeira que montando o Crioulo SJ Rodopio somou 440,50 pontos; empatados em segundo lugar com 440,00 pontos ficaram João Antonio Salgado Filho, o Jango, montando o também Crioulo Nipas do Infinito e Paulo Koury Neto com o Quarto de Milha Baikal Pep. A quarta vaga, até o momento, pertence a João Felipe Lacerda com o QM Sandy DunÍt Dar que somou 437,00 pontos.

Lacerda só perde a quarta vaga se os competidores que estão fora do Brasil e são candidatos a vaga na equipe obtiverem em duas competições de nível internacional (CRI) nota que seja maior ou igual a média das notas dos três primeiros colocados no Brasil. “Eles têm até final de maio para trazer estes resultados”, observa Peter Christians, diretor de Rédeas da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e presidente da ANCR – Associação Nacional de Cavalos de Rédeas, entidades promotoras das seletivas.

Trajetória

Foi bastante acirrada a disputa entre os candidatos à vaga na equipe brasileira de Rédeas, e a pontuação apertada entre os seis candidatos.

Levou a melhor com 440,50 pontos Wellington Teixeira montando o Crioulo SJ Rodopio. Representando Ribeirão Preto (SP), o cavaleiro goiano venceu a 1ª seletiva e ficou em 3º na segunda.

Empatados com 440,00 pontos ficaram Paulo Koury Neto montando o Quarto de Milha Baikal Pep, representando Belo Horizonte (MG) e vice-campeão nas duas seletivas, e Jango Salgado com o Crioulo Nipas do Infinito, de Lupércio (SP), conjunto vencedor da 2ª seletiva e 3º colocado na primeira.

Com a quarta vaga ficou João Felipe Lacerda montando Sandy Dun´Ít Dar (QM), de Belo Horizonte (MG), quarto colocado nas duas seletivas.

Crioulo comemora a conquista inédita

O presidente da Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Crioulo (ABCCC) Roberto Davis, comemorou a conquista das duas vagas para a raça: “A partir deste fato está consolidada a competência da raça Crioula no circuito Rédeas. Não deixamos mais dúvidas, pois, definitivamente a raça estará inserida no contexto mundial de Rédeas”, comentou em entrevista a assessoria da ABCCC e concluiu: “ a ABCCC acompanhará e dará todo o apoio aos seus representantes nas provas em solo americano”.
 

 
Cavalos Novos de Salto de olho no Mundial da categoria
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Cavalos Novos de Salto de olho no Mundial da categoria

Colaboração Rute Araujo e Carola May

Um Circuito de seis etapas, além de uma Final, reúne Cavalos Novos de Salto das categorias 5, 6 e 7 anos entre abril e agosto quando serão selecionados os representantes brasileiros no Campeonato Mundial da categoria que acontece entre 23 e 29 de setembro em Lanaken, Bélgica.

Instituído pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e Associação Brasileira de Criadores do Cavalo de Hipismo (ABCCH), o Circuito será realizado durante Concursos Nacionais de Salto (CSN) em quatro diferentes Estados.

As etapas

A abertura do Circuito acontece no CSN Ribeirão Preto (SP) entre 16 e 18/04, a 2ª etapa no CSN Curitiba (PR) entre 23 e 24/04, a 3ª etapa no CSN The Best Jump, em Porto Alegre (RS) entre 30/04 e 02/05, a 4ª etapa no CSN Derby do Clube Hípico de Santo Amaro (SP) entre 14 e 16/05, a 5ª etapa no CSN Copa São Paulo (SP) entre 17 e 20/06 e a 6ª etapa no CSN Herdade de Palma (RJ), entre 31/07 e 01/08.

Cada etapa haverá duas provas por categoria. O competidor poderá descartar três etapas das seis existentes; em caso de cancelamento de alguma etapa, o descarte cairá para dois.

“O Circuito é uma forma de avaliar melhor e realmente selecionar os melhores cavalos novos para o Mundial. Outro ponto importante é que as dificuldades serão progressivas, sendo que as primeiras etapas apresentarão nível de dificuldade médio”, observa Antonio Celso Fortino, presidente da ABCCH.

A etapa Final será entre 5 e 8 de agosto no CSN Helvetia Riding Center, em Indaiatuba (SP), durante o Campeonato Paulista Sênior Top. “Participam da Final os 20 melhores resultados por categoria após a realização das seis etapas. Todos os competidores entram em pista em igualdade de condição”, avisa Fortino.

Em cada uma das etapas a ABCCH distribuirá uma premiação especial, e na Final, em parceria com a CBH, o primeiro colocado de cada categoria (5, 6 e 7 anos) será premiado com passagem aérea, além de frete aéreo do animal para o FEI World Breeding Championship for Young Horses, promovido anualmente pelo Stud Zangersheid, o famoso Stud Z, propriedade de Leon Melchior, em Lanaken, Bélgica.
 

 
Equitação une gerações proporcionando benefícios
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Equitação une gerações proporcionando benefícios

Colaboração ANA PAULA POPOLIN

Para muitas pessoas, momentos de felicidade são aqueles ao lado dos filhos, netos, amigos e todos que amamos, para uma conversa informal e boas risadas. Por isso, procurar atividades que agreguem esses valores é essencial nos dias de hoje, quando o tempo parece voar. Nesse sentido, uma prática que vem ganhando adeptos e promove essa interação é a equitação.

Um exemplo é a história de Sônia Vera Lucca Dantas, de 63 anos, que cavalga com a neta Letícia Dantas Voi, 12, no Centro Hípico Guega, em Ribeirão Preto (SP). Tudo começou quando Letícia foi inscrita no “Curso de Férias a Cavalo” do Centro Hípico, que recebe nos meses de janeiro e julho crianças a partir dos dois anos de idade e, por meio da equitação, contribui no desenvolvimento das competências e habilidades que estão na base da aprendizagem, de uma forma lúdica e prazerosa, melhorando o desempenho na suas atividades diárias, sempre com a supervisão de profissionais especializados.

Após o curso, Letícia passou a frequentar as aulas e, para incentivar a neta, Sônia também começou a praticar. “O que no começo foi um incentivo, tornou-se uma terapia para nós duas. São momentos de prazer que passo ao lado de minha neta”, diz ela, ressaltando “que já se passam três anos” dessa alegre parceria.
Sônia explica que Letícia possui apenas 5% da visão e a equitação auxiliou e trouxe muitos benefícios à garota. “Notamos sua maior independência e autonomia. Ela participa de todas as competições realizadas no Centro Hípico”. Letícia pratica o esporte uma vez por semana.
 
A equitação é o único esporte no qual o praticante é dependente de outro ser vivo, o que faz com que as crianças, desde cedo, aprendam o sentido de companheirismo, trabalho em equipe, amor e respeito para com o seu parceiro, além de facilitar o aprendizado e melhorar a coordenação motora.

Para Maura Lucia Martins Vitorello, 51 anos, que juntamente com a neta Letícia Vitorello de Rezende, 11, pratica equitação há quatro anos, o esporte estreitou ainda mais o relacionamento entre avó e neta.
 
Maura morou nas proximidades do Centro Hípico Guega e sempre notava a movimentação de praticantes, o que a motivou a procurar a Escola de Equitação. Letícia, que a princípio tinha medo dos animais, começou praticando Garupinha (modalidade que a criança é acompanhada pelo professor) e a avó, para entusiasmá-la, também se matriculou.

“Hoje eu e minha neta participamos das competições internas do Centro Hípico Guega. Ela salta 0,80 cm e eu 0,60 cm. Adoramos fazer isso juntas, gosto de mostrar para ela que gerações diferentes podem se entender muito bem. Hoje é ela quem me incentiva e torce por mim nas provas”, explica Maura, que ao lado da neta já foi convidada para participar de competições fora de Ribeirão Preto.

Ela ressalta que a prática do esporte é um momento de grande prazer e integração. “É um tempinho durante a semana em que nos esquecemos do mundo lá fora, nos integramos, amamos os animais, brincamos com ele, sentimos a natureza e respeitamos tudo isso. Enfim, uma ótima terapia para ambas”.

Seja numa cavalgada, passeio em uma trilha ou praticando Hipismo como esporte, é possível também perceber melhora considerável no desempenho físico. Como o caso de Luciana Esteves, mãe do Leonardo, 10 anos, e Guilherme, 5.  A família pratica há quatro anos, quando a mãe procurou o Centro Hípico Guega para inscrever os filhos no “Curso de Férias a Cavalo”. A partir daquele momento, todos descobriram sua verdadeira paixão e passaram a praticar o esporte toda semana.

“Meus filhos estão mais concentrados, houve uma melhora nos reflexos e na postura, na interação com novos amigos, responsabilidade com horários e, principalmente, com o bem estar do cavalo”, explica.

Cada um procura na prática equestre resultados diferentes. Há aqueles que buscam se aprimorar no esporte, enquanto outros apenas praticam para combater o estresse de quem vive em um mundo tão competitivo como o atual.  O importante é apresentar alternativas que aliem diversão e bem estar para toda a família.

 
Luiza Almeida é Brasil na Final da Copa do Mundo do Adestramento
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Luiza Almeida é Brasil na Final da Copa do Mundo do Adestramento

 Colaboração Rute Araujo e Carola May

A amazona paulista faz parte do seleto grupo de 15 atletas do Adestramento - modalidade do hipismo -, representantes de 9 países que disputam a Final do FEI World Dressage Cup em 's-Hertogenbosch, Holanda, entre 25 e 27 de março. É a primeira vez que a América do Sul marca presença no evento.

Para reivindicar vaga na competição o atleta precisa registrar dois índices acima da 68,000% com juizes de nível olímpico no Freestyle – prova com coreografia e música – em dois Concursos de Dressage Internacional, categoria 3 ou mais estrelas. Luiza e Samba registraram quatro notas em dois eventos realizados em São Paulo: em outubro, no Clube Hípico de Santo Amaro, com a canadense Elizabeth Mcmullen (70,00%) e com a mexicana Maribel Alonso (70,750%), e em novembro, na Sociedade Hípica Paulista, novamente com Alonso (70,250%) e com o norte-americano Axel Steiner (69,500%).

Luiza Almeida desembarca na próxima semana em Düsseldorf, na Alemanha, onde participa de uma série de treinos com o belga Johan Zagers, técnico da equipe brasileira de Adestramento nas Olimpíadas de Pequim.

Medalha de bronze por equipe no Pan do Rio em 2007 e membro do inédito time de Adestramento que representou o Brasil nos Jogos de Pequim em 2008, Luiza Tavares de Almeida entrou para a história como a mais jovem atleta do hipismo em Olimpíadas. À época tinha 16 anos.

Por dentro da FEI World Dressage Cup

Criada em 1985, a FEI World Dressage Cup reúne os melhores atletas do mundo da modalidade Adestramento. A competição compreende quatro campeonatos realizados na Europa Ocidental, Europa Central, América do Norte (Estados Unidos e Canadá) e no Pacífico (Austrália, Nova Zelândia, Ásia).

Para se qualificar para a Final do FEI World Dressage Cup o conjunto (cavalo/cavaleiro) compete no Grand Prix “B” que, por sua vez é uma qualificação para o Freestyle, em que é necessária nota mínima de 68% em atribuição de juiz de nível olímpico em duas provas diferentes.

O julgamento leva em conta tanto o desempenho técnico quanto a apresentação artística do conjunto em sintonia com a música.
 

 
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Haras Itapuã

  

Criador do cavalo Brasileiro de Hipismo (BH) e Andaluz Brasileiro (AB)

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