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criado em 3/3/2007
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Dicas Veterinárias


Gripe equina prejudica o desempenho dos animais e pode levar a outros problemas respiratórios
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Gripe equina prejudica o desempenho dos animais e pode levar a outros problemas respiratórios
Cuidados no manejo e higiene aliados a um bom programa de vacinação dos animais são eficazes na prevenção da doença, evitando surtos e contribuindo para a saúde dos cavalos.
Tosse, coriza, febre, falta de apetite e apatia. Comuns à gripe em humanos, os sintomas são também os principais sinais da influenza equina – conhecida também como gripe equina. Seja no trabalho diário nas atividades agropecuárias, em competições ou quando utilizados como meio de transporte, cavalos são atletas por suas habilidades físicas naturais. 
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II CABALLIANA FAIR DIVULGA PROGRAMAÇÃO DO VII CONGRESSO INTERNACIONAL DA FEI/CBH E DO II SEMINÁRIO INTERNACIONAL CABALLIANA
Dicas Veterinárias
Ainda a seis meses da abertura do II Caballiana Fair – que ocorre durante os dias 21 e 22 de abril de 2012 em Itupeva, São Paulo – já foram fechadas 18 cotas de patrocínio para o mais importante evento de medicina veterinária equina do Brasil. O congresso internacional organizado pela Wolff Sports & Marketing contará com a participação de Hilary Clayton, palestrante internacional da medicina esportiva equina. Na programação completa do VII Congresso Internacional da Confederação Brasileira de Hipismo e Federação Equestre Internacional (FEI/CBH) e do II Seminário Internacional Caballiana que tem em sua grade importantes assuntos que serão debatidos.
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FEI - Veja aqui a lista de substancias proibidas aprovada para 2011
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Veja aqui a lista de substancias proibidas aprovada para 2011

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NUTRIÇÃO POR ESPECIALIDADE
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NUTRIÇÃO POR ESPECIALIDADE
ROYAL HORSE PRESENTE NO MUNDIAL EQUESTRE DE LEXINGTON – KENTUCKY
 
Força com delicadeza, silêncio com muito companheirismo, brutos e submissos, dóceis ou indomados, assim são os cavalos! Atletas por natureza, desempenham atividades extremas em vários terrenos, sob condições adversas, vão até o seu limite fisiológico e muitas vezes levados à exaustão.
 
Para conduzir um animal ao auge da forma física tempo e dedicação são fundamentais. Apesar de sua aptidão e força física, o condicionamento é atingido lentamente, com a evolução gradual do volume de trabalho que submetemos os cavalos.
 
Além disso, o cavalo precisa desenvolver a técnica adequada para cada modalidade esportiva. Precisa aprender com seu ginete, precisa interpretar os comandos de forma fluida, precisa acima de tudo sentir prazer durante os treinos.
 
A rotina diária de exercícios pode ser difícil para alguns animais muitas vezes jovens demais e para outros, muito tranqüila.
 
Dessa forma, um cavalo pode começar a ser treinado, não no sentido de condicionamento físico, mas pelo contato com seu treinador desde muito cedo. Nesse momento se estabelece uma confiança mútua e isso pode eliminar diferentes níveis de “stress” que ocorreria no futuro.
 
O melhor momento para promover essa aproximação é durante a alimentação, que muitas vezes serve como recompensa, mas nesse momento trata-se da associação positiva entre o ginete e seu animal. O cavalo entende o ginete como algo importante para sua sobrevivência, ou até mesmo como um dos membros da tropa. A alimentação é um assunto muito importante no preparo dos cavalos.
 
Os potros que serão atletas devem receber alimentos “super-premium” desde muito cedo, pois na maioria das vezes há carências de nutrientes na pastagem e consequentemente no leite da égua. Até o início das atividades físicas todos podem receber um alimento semelhante, dosado de acordo com seu peso corpóreo. Porém, deve-se lembrar que potros de algumas raças merecem atenção especial, pois se desenvolvem muito rápido. A qualidade da ração é o ponto mais importante.
 
Entretanto, depois que se iniciam os treinamentos físicos as necessidades nutricionais mudam completamente. Para ilustrar esse contexto pode-se pensar nas modalidades eqüestres que estão sendo disputadas no WEG em Lexington-Kentucky.
 
O Concurso Completo de Equitação (CCE) é um dos esportes que mais exige do cavalo. As provas obrigam o animal a ter um bom desempenho em momento de explosão e em momentos de resistência. A ração ideal para esses cavalos deve ser extrusada ou multicomponente, para ter melhor aproveitamento (fácil digestão) e conter alto teor de óleos vegetais, no mínimo 9% (Alto teor de energia). Isso significa dizer que essa ração tem 90 gramas de óleo por quilo.
 
 Os cavalos de salto desempenham uma atividade caracterizada pelo esforço misto, com uma demanda energética menor, porém com grande resistência muscular. O hipismo clássico é um esporte muito preciso, então a escolha do alimento ideal deve levar em conta o temperamento do cavalo. Ao mesmo tempo em que se tem por objetivo fornecer nutrientes, não se pode exagerar na dose de energia, pois isso dificulta o controle de alguns animais, prejudicando na performance. Deve-se escolher um alimento contendo entre 6 a 8% de extratos vegetais (Extrato Etéreo), alimentos que contenham fibra de qualidade como a polpa de beterraba, altas doses de antioxidante como a Vitaminas E, a Vitamina C, e aditivos especiais para otimizar a utilização da energia.
 
Os cavalos de rédeas, representando o outro lado da moeda, desempenho atividade de resistência. Precisar estar extremamente concentrados, compenetrados na execução da prova. Precisam receber outro tipo de suplementos que favoreçam a concentração, que auxiliem na manutenção do equilíbrio fisiológico. O alimento ideal deve ser de moderada energia, com 3 a 5% de extratos vegetais. Devem comer várias refeições diárias com um pequeno volume de ração por refeição.
 
Os cavalos de enduro também desempenham esforço de resistência, mas a duração da prova é muito maior. Ou seja, precisam de um alimento muito energético, pois as provas são muito longas e demandam esforço máximo. Deve-se sempre utilizar ração 100% extrusada, onde há 90% de aproveitamento do amido. Deve-se usar ração rica em óleos vegetais, idealmente com 12% de extrato etéreo, com alto teor de Vitamina E, Vitamina C, Cromo, Eletrólitos, pré-bióticos e proteína em quantidade ideal para equilibrar a relação proteína:energia, que deve ser de 40g de Proteína Bruta para 1 MCAL de energia.
 
Dessa forma, cada modalidade requer uma ração especial e cada indivíduo deve ser alimentado de uma maneira particular.
Por isso, durante a seleção dos alimentos dos cavalos que foram para Lexington disputar o World Equestrian Games, cavaleiros da Europa escolheram a Royal Horse, que tem sua filosofia desenvolvida na Nutrição por Especialidade.
 
 
NÃO BASTA MONTAR, TEM QUE ALIMENTAR !!!
ROYAL HORSE - NÓS ENTENDEMOS DE CAVALO!
 
Mormo - regras sanitárias específicas foram adotadas pelo Ministério da Agricultura
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A importância da Conservação dos Alimentos para Eqüinos
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A importância da Conservação dos Alimentos para Eqüinos

Artigo elaborado pelo médico veterinário. Dr. Marcelo Silva

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II CABALLIANA FAIR COMEÇA A RECEBER INSCRIÇÕES PARA A EDIÇÃO DE 2012
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Começaram oficialmente as inscrições para a II Caballiana Fair – maior evento de medicina veterinária equina do Brasil – que irá acontecer nos dias 21 e 22 de abril de 2012, em Itupeva, São Paulo. O local escolhido para sediar a Caballiana é o Quality Resort & Convention Center Itupeva, no km 72 da Rodovia dos Bandeirantes. A 08 meses da edição, já foram fechadas 15 cotas de patrocínios e, entre as principais atrações, está confirmada a participação de Hilary Clayton, palestrante internacional da medicina esportiva equina, que virá especialmente para o evento.

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Os cuidados com a gripe em cavalos
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Os cuidados com a gripe em cavalos

A gripe equina pode acometer todas as raças de cavalos e é observada em qualquer época do ano, trazendo sérios transtornos aos criadores

Se um cavalo apresentar lacrimejamento espontâneo, corrimento nasal e ocular, febre e desânimo, ele pode estar com gripe. Estes são os sintomas mais comuns para a doença que pode apresentar complicações se não for tratada de maneira satisfatória. Em geral, a recuperação dos quadros de gripe equina comum pode levar de uma a duas semanas.

“A gripe equina ocorre durante o ano todo e não necessariamente está vinculada ao período de inverno”, explica dr. João Heckmaier, veterinário, coordenador do Hospital Veterinário do Jockey Clube de São Paulo. “O que pode acontecer nos meses mais frios é um aumento no número dos casos, principalmente em entidades hípicas, devido à proximidade entre os animais nos estábulos”, salienta.

As complicações da gripe equina levam a quadros de pneumonia, enterites e orquites (inflamação dos testículos em garanhões). “A influenza acarreta um grande problema econômico, especialmente em entidades hípicas, quando gera surtos que pode levar os jockeys clubes a suspenderem suas atividades. Deve-se ficar atento à gripe comum, assim como a rhinopneumonite, que podem atuar como porta de entrada para outras contaminações”, alerta Heckmaier. O tratamento consiste em isolar os animais doentes, cessar suas atividades físicas, deixá-los em local arejado, com cama e água de qualidade e oferecer alimentação saudável e equilibrada. O controle da temperatura é necessário. Nos casos de complicações, o uso de antibióticos é recomendado, sendo que as doses e o intervalo entre as tomadas é de critério exclusivo do veterinário. 

“A maneira mais eficiente de se prevenir a gripe equina é manter um esquema de vacinação para o ano todo, que ajuda a prevenir também os casos de rhinopneumonite. O uso de vacinas bivalentes pode ajudar os animais a se fortalecer contra a doença”, explica o veterinário. A Pfizer Saúde Animal dispõe em seu portfólio a vacina Fluvac Innovator EHV 4/1, elaborada a partir de vírus inativado que ajuda na prevenção da gripe equina sem riscos de contaminação para o animal. Fluvac tem atuação bivalente e é recomendada para a administração em equinos sadios como auxiliar na prevenção também de demais doenças respiratórias.


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Pfizer
Considerada uma das empresas mais diversificadas do setor farmacêutico, a Pfizer desenvolve medicamentos de prescrição e de consumo para Saúde Humana e Animal. A companhia oferece opções terapêuticas para uma variedade de doenças em todas as etapas da vida das pessoas, desde vacinas para bebês até medicamentos para doenças complexas, como dor, câncer, tabagismo e Alzheimer. Fundada em 1849 e instalada no Brasil desde 1952, a Pfizer é a indústria que mais investe em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos. A companhia também mantém e acompanha projetos sociais voltados para educação e saúde no país. Na área de Saúde Animal, a Pfizer oferece uma gama de soluções diferenciadas para produtores rurais, veterinários e donos de animais de estimação, composta por antibióticos, antibacterianos, anti-inflamatórios, intramamários e antiparasitários. Entre as suas marcas mais conhecidas estão Terramicina LA, Dectomax,  CIDR, Vivax, Draxxin, Excede, Respisure, Lincospectin, Convenia, Revolution e uma linha completa de vacinas. Para atender de maneira completa seus clientes, a companhia investe em programas de educação continuada que visam produtividade do agronegócio brasileiro, bem como sanidade e bem-estar dos animais. A Divisão de Saúde Animal é líder mundial em medicamentos veterinários para bovinos, equinos, ovinos, caprinos, suínos, aves, cães e gatos, além de oferecer produtos agrícolas.

Atendimento ao consumidor Pfizer Saúde Animal: www.pfizersaudeanimal.com.br ou 0800 011 19 19

 

 

 

 
Nutrição de Cavalos TOP
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Nutrição de Cavalos TOP - by- Dr. Marcelo Silva

Colaboração SKS Promoções – Silvia Milani

A alimentação dos cavalos atletas de alta performance é muito importante para o sucesso nas competições. Esses cavalos tem maiores exigências nutricionais e precisam ingerir maior quantidade de proteínas, minerais, vitaminas, eletrólitos e, principalmente, maior quantidade de extratos vegetais, na forma de óleos extraídos mecanicamente.

Os cavalos atletas são submetidos a cargas variáveis de “stress”. Os animais mais sensíveis sofrem mais com a agitação do ambiente dos centros de treinamento, com a própria rotina dos treinamentos e até mesmo com as viagens necessárias para levá-los até os locais de competições.

Quando se fala de uma viagem com um grande trecho aéreo, como por exemplo, da Europa para o Brasil, os cuidados devem ser redobrados para evitar a ocorrência de problemas.

Quando os animais desembarcar no local da competição, a ingestão de água é muito importante e fundamental. Muitas vezes a água do local tem gosto diferente e os animais podem se recusar a tomar ou diminuir o consumo. Uma maneira de minimizar esse efeito é a utilização de palatabilizantes para a água. Além disso, durante o período de trânsito os cavalos se alimentam pouco, de forma que se deve fazer uma reintrodução gradual dos alimentos. Inicialmente deve-se fornecer capim fresco ou preferencialmente feno, em quantidades moderadas.

Todo capim ingerido pelos eqüinos, que são herbívoros por natureza, é fermentado pela flora intestinal com objetivo de disponibilizar nutrientes. Porém, alguns capins são mais fermentáveis que outros. Se o cavalo está acostumado a comer um feno de qualidade regular de baixa digestibilidade e quando chega ao local do evento recebe feno excelente de alta digestibilidade, há uma grande chance de manifestar sintomas de cólica. Isto acontece porque o feno de alta digestibilidade também gera alta fermentação, sendo necessária fazer uma adaptação para não ocorrer problemas. Se possível deve-se levar sempre um pouco de feno para os eventos.

Em relação à ração, o Brasil conta hoje com produtos de alta tecnologia. Alguns conceitos compartilhados com os alimentos produzidos na Europa como a Nutrição por Sistemas, o uso de aditivos para otimização da performance de cavalos atletas, que praticam esportes seja de resistência, Explosão ou Misto e a disponibilidade da fibra oriunda da Polpa de Beterraba, que atua pela liberação gradual de energia são realidades disponíveis no país.

Uma vez que a qualidade e disponibilidade de energia dos volumosos (Capim, Feno) produzidos na Europa são superiores aos produzidos no Brasil, as rações brasileiras devem conter maior inclusão de óleo vegetal.

É importante lembrar que uma estratégia nutricional para qualquer cavalo deve ser baseada nos alimentos volumosos ou verdes, somando-se a ração como um complemento. Quanto maior a proteína e energia proveniente do capim, melhor para se adotar uma ração ideal, super Premium, oferecida em pequena quantidade, contendo nutrientes essenciais e aditivos importantes para o sucesso nas competições.

Existem três fatores importantes e determinantes do sucesso: NUTRIÇÃO, TREINAMENTO e GENÉTICA. Muitas vezes a dedicação de cavalo e cavaleiro suplanta alguns desses fatores, mas a nutrição sem dúvida nenhuma pode ser um caminho mais curto até o pódio.

Dr. Marcelo de Sousa e Silva
Gerente de Produto - Eqüino
 

 
Veterinária eqüina de excelência no Congresso Internacional e Conferência de Medicina Veterinária
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O IV Congresso Internacional de Medicina Veterinária FEI/CBH e a IX Conferência anual da ABRAVEQ – Associação Brasileira dos Médicos Veterinários de Eqüídeos mobilizaram o setor nos dias 14 e 15 de junho, no Hotel Transamérica, na Capital paulista. O evento foi um grande sucesso. “Este ano o evento foi além das nossas expectativas. Atingimos o limite de 600 inscritos e infelizmente tivemos que deixar de fora outros 54 interessados. Um aumento real de 23% em relação ao ano passado. Apesar do Estado de São Paulo responder por quase 50% das inscrições, participaram ativamente veterinários vindos de todas as regiões do País, além de argentinos, peruanos, bolivianos, portugueses e franceses”, comemorou Fábio Wolff, diretor da Wolff Sports & Marketing, empresa idealizadora e promotora do evento.
“Nosso objetivo foi o de oferecer aos participantes a oportunidade de ampliar conhecimento, reciclar e trocar experiências. Pelo retorno que tivemos de congressistas e palestrantes, conseguimos atender o anseio de todos. O Congresso foi de altíssimo nível, com presença de alguns dos mais importantes nomes mundiais do setor”, observou Thomas Wolff, um dos organizadores e diretor veterinário da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e do Jockey Club de São Paulo.
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Bambeira (Mieloencefalite Protozoária Equina)
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A Mieloencefalite Protozoária Eqüina, mais conhecida como Bambeira, é uma doença causada pelo protozoário Neurona Sarcocystis. Essa doença tinha um diagnóstico muito difícil, mas com pesquisas ...

 

 

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