Clube do Hipismo
criado em 3/3/2007
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A FEI recomenda vivamente que todos os atletas devem usar capacete
Dicas Médicas

Usar o capacete é uma decisão pessoal que a ser tomada deve ser posta em prática de forma adequada. Na realidade, omitir-se na utilização desse equipamento revela desleixo na sua própria segurança. Variadas são as alegações apresentadas para justificar-se a sua não utilização, tais como: muito calor; atrapalha a visão; despentea o cabelo, sou profissional etc. O uso do capacete é obrigatório desde 2013 em todas as competições da FEI. São Paulo sai na frente com relação a segurança no esporte, clique aqui.

O Atleta às vezes é ejetado com a mesma velocidade e energia (pode ter lesões semelhantes aquela ejetada do automóvel). Lembrando a primeira Lei do movimento de Newton afirma que um corpo em repouso permanecerá em repouso e um corpo em movimento permanecerá em movimento, a menos que algo atue sobre ele. Na queda o impacto com um objeto interrompe o movimento do tronco e da cabeça.

 

Um capacete mal colocado pode ser pior que nenhum capacete. Usar capacete, colete, etc., deve servir um propósito ter uma razão- Segurança.

 

Qualquer capacete que tenha sofrido choque e/ou danos deverá ser substituído. A integridade da sua estrutura (que supostamente absorve alguma da energia) é essencial para que o capacete possa desempenhar a função para a qual foi, supostamente, desenhado.

Considerando que se opta por usar capacete, deve ter-se em atenção o seguinte:

As presilhas não devem estar largas (frouxas). As presilhas devem estar justas e sempre apertadas (1 cm de folga, quase incomodando).

Com as presilhas mal ajustadas o capacete pode cair para trás. Ou pode cair para frente. Se o capacete cair para trás pode funcionar como estrangulador.

Se o capacete não for do tamanho certo ou se estiver mal regulado, acaba a dançar na cabeça e não desempenha a função dele…

Andei pesquisando sobre acidentes envolvendo motociclistas e encontrei diversos estudos realizados. Vou tentar condensar e resumir o que li nesses trabalhos. Ainda com base nos dados apresentados, 28% dos acidentados não estavam usando capacete. Com alguns relatos de morte.

A maioria dessas mortes, cerca de 95%, terá como causa o trauma encéfalo-craneano. (TCE): relata que as forças de aceleração-desaceleração recebidas no momento do impacto causam a maior parte das lesões cerebrais produzidas no traumatismo crânio-encefálico fechado. Quando, por exemplo, devido à aceleração anterógrada, a cabeça se choca em alta velocidade, a inércia leva o cérebro gelatinoso para frente, lesando as estruturas tanto sobre o ponto da lesão quanto do pólo oposto, a 180 graus de distância (contragolpe). Nestas circunstâncias, a presença ou ausência de uma fratura é relativamente irrelevante; o que conta contra o paciente é o grau com que as forças implosivas-explosivas produziram a lesão capilar e neuronal no cérebro (lesão de pequenos vasos e nervos), energia cinética (EC = metade da massa (peso) vezes o quadrado da velocidade) e resultante dos intensos movimentos rotacionais no momento do traumatismo, e quanto da substância branca sofreu cisalhamento.

 Considerando que o número de pessoas que se envolve em acidentes estando de capacete é muito superior ao dos que não o usavam, concluiu que usar o capacete é quase 300% mais seguro que não o usar.

Com esta campanha de conscientização Riders4helmets (clique aqui), resumi também algumas observações feitas: Utilizando um capacete irá diminuir consideravelmente a chance de você ser um dos cerca de 12.000 cavaleiros que visitam salas de emergência a cada ano como resultado de ferimentos na cabeça sofridos enquanto praticam  equitação.

 A qualidade dos capacetes de hoje deixa nenhuma desculpa para não usar um enquanto equitação. Há 20 anos os capacetes não eram tão bons como são hoje.  E há 100 anos, tudo o que tínhamos  era um chapéu de vaqueiro.

 Hoje, por causa de grandes saltos na tecnologia existem capacetes que não são apenas confortáveis, mas também asseguram a ventilação e, o mais importante proteger a cabeça e o cérebro.  A realidade é que os capacetes são surpreendentemente eficazes, reduzindo os ferimentos na cabeça em até 80%.  No Hipismo  alguns atletas estão se movendo para superar a resistência natural e compreensível para o uso de  capacetes de proteção'.

Dia da Consciência Nacional é um passo importante na aceitação do capacete.

A responsabilidade dos profissionais para estabelecer um exemplo para os jovens e / ou atletas amadores, vestindo capacetes: Precisam dar o exemplo. Além de mostrar que se não estão preocupados com a sua segurança, estão com a do seu aluno...

Os ferimentos mais comuns encontrados foram : no tórax  54% (81), cabeça de 48% (72) e no abdômen de 33% (22), crânio (18%), extremidades (17%), coluna (17%) e pelve (15%) das fraturas foram bastante iguais. Medular (6%) e pescoço (1%) lesões eram raras.

A maioria dos pacientes foi lançada a partir de ou caiu do cavalo (60%). 16% queda e em 12% foram chutadas ou pisadas. O restante foi ferido por uma variedade de mecanismos. Os entrevistados acreditavam que o cavalo estava "assustado" em 35% ou não plenamente formado em 27%. Mau temperamento do cavalo foi relatado em 15% e 12% dos cavalos envolvidos simplesmente caíram. Falha do equipamento (6%) e cavaleiro inexperiência (5%) foram raras.

Em um grupo experiente (média de 27 anos de experiência) que possuíam seus próprios cavalos. Uso de capacete foi pouco freqüente (9%).  47% admitiram a mudar suas práticas de equitação, como resultado de seus ferimentos.

A dificuldade com os números é que até 96% das lesões equestre nunca são hospitalizadas e muitas ou não procuram um atendimento médico, ou não são feito diagnóstico. A baixa taxa de admissão hospitalar (0.49/100 hora de equitação) sugere a natureza benigna dos muitos ferimentos (hematomas, arranhões, etc.) e uma possível falta de reconhecimento por ambos os cavaleiros e pessoal de "“ emergência “" do significado aparentemente menores lesões na cabeça.

Apesar do fato de que o trauma de tórax (58%) ultrapassado ferimentos na cabeça, em números, todas as mortes foram secundárias a ferimentos na cabeça (48%). Isso apóia a tese de que a prevenção de morte em cavaleiros ou amazonas equivalem à prevenção de traumatismo craniano. Em alguns sites de hipismo poderão encontrar algo sobre concussão cerebral (talvez você já passou por isso).

Caríssimos, perdoem-me por expô-los à crueza das estatísticas. Mas assim o fiz porque os estimo muito! Um abraço a todos e lembrem-se: basta à menor distração, o menor descuido, para nos tornarmos parte dessas trágicas estatísticas.

 

Capacete vista esta idéia.

Dr. Marcos Korukian

 

 
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