Clube do Hipismo
criado em 3/3/2007
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Exames de Mormo e AIE, o impacto da “cultura de uma região” em um proprietário leigo, cuidado
Provas, Resultados, News, ... - Dicas de um leigo
Sex, 16 de Fevereiro de 2018 08:32

Ao mudar meus cavalos da Grande São Paulo para o interior de Santa Catarina, fiquei abismado com a falta de responsabilidade dos proprietários de cavalos da região e, pelo que entendi, não é só por lá, então cuidado com o Mormo e o AIE.


Por lá é comum se movimentar cavalos de uma “hípica para outra” sem qualquer exame, na verdade uma grande parte dos cavalos nem existem, não tem registro, então porque fazer os exames!!!


Quando transportei os meus cavalos, na entrada do estado, foi necessário apresentar toda a documentação, paramos no posto de verificação e somente depois continuamos.


Até acho desnecessário fazer exames nos cavalos que não saem de uma hípica, pois se todos dentro desse local chegaram com seus exames ok e nenhum outro animal sem exame passou por lá, o risco é extremamente minimizado.


Mas, se o animal for sair, mudar de hípica ou ir para uma competição, estar com os exames em dia é FUDAMENTAL.


Porém não é bem assim, além de uma boa parte dos animais não ter nem registro, são feitas pequenas “competições” e nada é verificado, é uma total informalidade ou talvez a melhor definição seja “irresponsabilidade”.


Foi aí que passei a entender e apoiar essa posição dos veterinários do Rio Grande do Sul, no caso outro estado:

Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), assinou uma Instrução Normativa que retira a exigência de emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) para equinos que participarem de eventos em seus próprios municípios.

“Nós, do Sindicato dos Médicos Veterinários do RS (Simvet/RS), somos contra essa Instrução Normativa, uma vez que coloca em risco o controle sanitário dos equídeos do Estado. Com esta determinação assinada pela Secretaria da Agricultura não teremos como rastrear os equinos sem a emissão de GTA, vai legalizar o que era ilegal, com isso não possibilitando a fiscalização de forma adequada e desejada para termos a sanidade não só dos animais, mas dos seres humanos, garantida. O Estado do Rio Grande do Sul, que tem o equino como um dos seus símbolos máximos, deveria ser tratado com mais seriedade diante de um assunto tão delicado.”


Estive no CIDASC (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de SC) e vi que são pessoas honestas e preocupadas, a irresponsabilidade realmente vem dos proprietários, mas também vi um sistema que se por um lado é uma inovação que você emite um GTA pela internet, diferente de SP, por outro lado é obsoleto como sistema e estrutura que dificulta a vida desses profissionais.


Uma coisa me deixou mais feliz, no próprio CIDASC a imagem dos proprietário de cavalos de hipismo, modalidades organizadas pela CBH, são de proprietários preocupados com seus animais, entendo até que seja pelas próprias exigências da CBH, afinal para se competir, mesmo em competições internas, tem que ter passaporte e chip, no que para mim é um exageiro, os exames em dia bastam.


Um aspecto a ser visto nesse caso talvez seja o valor dos exames, são R$ 90,00, entendo que aqui caberia a cada estado e secretaria de agricultura buscar meios de baratear e, a partir desse ponto, “motivar fortemente” o proprietário a manter todos os animais de uma hípica ou haras com exames, senão constante, pelo menos quando entram e saem.

 
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Thor - Cavalo Puro Sangue Lusitano - PSL

Cavalo treinado para fazer provas de rédeas, também faz adestramento, salto e longas cavalgadas. 

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